Você acha que a peridiocidade de quatro anos para concursos de docentes é suficiente?
Você acha que a peridiocidade de quatro anos para concursos de docentes é suficiente? O governo de São Paulo decidiu tornar obrigatória a realização de concursos públicos para professor a cada quatro anos, no máximo. A ideia é evitar que o número de docentes temporários volte a subir, após o Executivo adotar medidas para redução do contingente.
Hoje, 40% dos professores da rede não são concursados (80 mil entre os 210 mil). A intenção da Secretaria da Educação é reduzir para 10%. Os concursos públicos periódicos são necessários, diz a pasta, para diminuir o atual patamar e, depois, mantê-lo no nível adequado.
*As informações são da Folha Educação.
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Você acha exagerada a antecipação do recesso escolar por conta da gripe suína?
Você acha correta a suspensão das aulas em instituições de ensino com suspeitas de casos de gripe suína? "A Faculdade Cásper Líbero vai antecipar as férias escolares para esta quinta (25), a partir das 19h. A decisão foi tomada "em função da confirmação, pela Vigilância Sanitária, de dois casos de gripe A (H1N1)" entre seus alunos.
As atividades previstas para os últimos quatro dias de aula foram transferidas para o período de 31 de julho a 6 de agosto. As aulas estavam previstas para seguir até dia 30 de junho.
De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, porém, o prazo de dois anos para esses temporários só vai começar a contar a partir do momento em que os profissionais fizerem um prova de avaliação de desempenho, o que está previsto para acontecer até o final deste ano.
*As informações são do Agora São Paulo.
O que você acha do projeto de lei que restringe o tempo de trabalho para professores que não foram contratados por meio de concurso? O pacote de medidas que regulamentam a contratação de temporários trará melhorias ao ensino? Comente.
Você gostaria de avaliar seus professores pela internet?
Você gostaria de avaliar seus professores pela internet? Um tribunal alemão determinou nesta terça-feira que crianças podem avaliar seus professores de escola na Internet, rejeitando o processo de uma mulher que alegou ter seus direitos infringidos pelos alunos, que lhe deram notas baixas em um site. A Corte Federal de Justiça não considerou que os direitos da professora de alemão e religião não foram comprometidos pela avaliação, e que os alunos, por sua vez, tem o direito de opinar enquanto não a prejudiquem profissionalmente.
"As opiniões expressas (no site) não são abusivas nem insultantes", afirmou a corte em nota. "A autora não nos mostrou ter sido prejudicada em alguma forma". Os juízes disseram que a coleta, o armazenamento e a divulgação das avaliações pelo portal de Internet spickmich.de era permitido, portanto, sem o consentimento da autora do processo. No site, estudantes podem dar notas para seus professores em uma escala que vai de um (muito bom) a seis (insatisfatório), mesma escala de notas sobre a qual os alunos são avaliados. *As informações são doUOL Educação.
Você gostaria de avaliar seus professores pela internet? Opine.
As propostas do governador José Serra (PSDB) criam 80 mil cargos e fixa o prazo de dois anos para atuação de temporários (hoje não há limite). Após o período, o docente ficará ao menos um ano fora da rede.
Os atuais não concursados terão de fazer prova. Os reprovados irão para ações de apoio (salas de leitura, por exemplo).
*As informações são da Folha Online.
O que você pensa sobre as novas medidas que regulamentam a contratação de professores temporários em SP? Opine!
O que você acha dos movimentos antigreve? "Nos últimos dias, um movimento antigreve na USP deixou de ser virtual (na internet) e passou a promover atos na Cidade Universitária. Já foram feitos dois protestos e outro está marcado para quinta (25).
O mais recente, denominado Flacusp (Forças de Libertação Anticomunistas da USP), foi criado no Orkut no dia 8 e tem 107 membros virtuais "selecionados", afirma Leandro, 23, um dos participantes (ele não quis dar o sobrenome nem dizer a qual curso pertence).
Leandro classifica os atos do movimento grevista como 'balbúrdia' e diz preferir a ditadura. 'A ditadura impõe a ordem, não deixa essa zona acontecer.'"
*As informações são da Folha online.
Qual é a sua opinião sobre os movimentos antigreve? Opine!
Você concorda com a substituição dos professores temporários da rede pública por profissionais concursados?
Você aprova a contratação de 80 mil novos professores? "Cerca de 60 professores realizam um protesto desde as 14h desta terça-feira em frente à Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) contra a votação de dois projetos de lei complementares referentes à contratação de profissionais para a rede estadual de ensino.
A votação dos projetos de lei número 19 e 20 está prevista para ocorrer na tarde desta terça-feira. Entre outras coisas, o projeto prevê a contratação de 80 mil professores.
As contratações devem ocorrer no transcorrer de dois anos e pretendem substituir os professores temporários (não concursados). A rede estadual de ensino possui atualmente 215 mil docentes, sendo que cerca de 80 mil são temporários --os números variam mês a mês."
*As informações são da Folha online.
Você concorda com os protestos dos professores? Opine!
Professora ganha indenização de alunos que lhe dirigiam gestos obscenos; o que você acha?
Um vídeo de uma professora foi colocado na internet, em 2007. Nas imagens, dois alunos faziam gestos obscenos em direção à docente, que estava de costas, escrevendo na lousa.
Em 1959, o escocês Alexander Sutherland Neil lançava pela Hart Publishing a primeira edição de Summerhill (Summerhill: a radical approach to child rearing) e surpreendia o mundo ao descrever a experiência de uma escola inglesa, fundada por ele ainda nos anos 20, como a própria antítese da pedagogia tradicional. Em seu lugar, propunha uma escola voltada à construção da felicidade, em que as crianças não fossem obrigadas a frequentar as aulas e a prática da democracia participativa se constituísse num direito assegurado: professores, alunos e funcionários deveriam ter a mesma voz na tomada de decisões.
Quase um século depois, Summerhill resiste ao tempo e é possivelmente o exemplo mais categórico de uma proposta educacional partilhada hoje por centenas de escolas espalhadas pelo mundo. Elas se autoproclamam democráticas e, em comum, defendem a participação de todos na gestão escolar, além de conferir ao aluno autonomia para gerir seu próprio currículo. A ideia é polêmica e ainda hoje suscita debates calorosos.
"A partir dessa proposta, a escola passou a se mobilizar em torno de questões que transcendem o compromisso com o aprender. Os desafios se avolumaram e, hoje, parece que a escola tem pouco tempo para ser apenas escola", diz Lisandre Maria Castello Branco, professora aposentada da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e psicanalista pelo Instituto Sedes Sapientiae.
Você acha viável a aplicação do novo Enem no lugar do Enade? "As mudanças anunciadas pelo Ministério da Educação na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão alterar mais o cotidiano das instituições de ensino superior particulares do que se poderia supor num primeiro momento. A partir do novo modelo nacional, os alunos terão maior poder de influência nos processos de avaliação e de construção de imagem das instituições.
Isso porque o Ministério estuda substituir o Enade aplicado aos ingressantes do ensino superior pelo novo exame, o que influencia diretamente na nota de indicadores como o Conceito Preliminar de Cursos (CPC) e o Índice Geral de Cursos (IGC). Além disso, com a divulgação das notas, as instituições deverão passar a disputar a imagem de quem tem os melhores estudantes."