Alunos sem uniforme devem ser punidos? "Apesar de a prática ser ilegal e contrariar a orientação dada pela Secretaria de Estado da Educação, algumas escolas estaduais têm forçado os alunos a comprar uniformes escolares. É o que ocorre, por exemplo, na Escola Estadual Ascendino Reis, localizada no Tatuapé (zona leste de SP).
A aquisição de uniforme não é obrigatória na unidade, mas os alunos que não o utilizam são punidos com advertência. "Depois de quatro advertências, a diretoria dá suspensão", afirma o estudante V., 15 anos."
*As informações são da Folha Online.
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Como encarar uma monografia? "O TCC (Trabalho de conclusão de curso), conhecido também como TGI (Trabalho de graduação interdisciplinar) ou TFG (Trabalho Final de Graduação), deixa muitos universitários de cabelos em pé. Ele coincide com o final da graduação e com o início da vida profissional. Em muitos casos, esse trabalho pode funcionar ainda como um cartão de visitas para futuras oportunidades."
Qual sua opinião sobre o fim de disciplinas no ensino médio?
O CNE (Conselho Nacional de Educação) aprovou nesta terça-feira (30), em Brasília, a proposta do MEC (Ministério da Educação) de apoiar currículos inovadores para o ensino médio. Pelo projeto, será possível lecionar os conteúdos de maneira interdisciplinar, sem que sejam divididos nas tradicionais disciplinas como história, matemática ou química. O aluno também terá condições de escolher parte de sua grade de estudos.
A partir de 2010, cerca de cem escolas deverão receber financiamento da pasta para implantar mudanças curriculares com o objetivo de tornar a etapa de estudos mais atraente.
"Esperamos que essa proposta seja acompanhada e avaliada e possa se tornar uma política universal", disse a secretária de educação básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda.
*As informações são doUOL Educação.
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No ano passado, tiveram o dobro do tempo. A redução das férias foi necessária para que fossem cumpridos os 200 dias letivos do calendário escolar, devido ao grande número de feriados.
Com o fim da greve, funcionários e professores da USP podem ser tidos como vitoriosos? Os funcionários da USP (Universidade de São Paulo) decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (30), encerrar a greve iniciada no dia 5 de maio. A reunião dos trabalhadores durou mais de cinco horas até a formalização e a assinatura de um termo de fim de greve pela reitora da instituição, Suely Vilela. Os professores da instituição, em uma outra assembleia, também optaram pelo fim da greve.
De acordo com o diretor de comunicação do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), Anibal Cavali, fez parte do acordo de retomada das atividades o não-desconto dos dias parados e a não-punição aos integrantes do movimento.
"A Avaliação é a de que a greve foi, sim, vitoriosa. Uma das questões centrais, que era reintegração de Brandão [Claudionor Brandão, cuja demissão foi tida pelos grevistas como política], não ocorreu. Mas uma audiência de conciliação foi antecipada para o dia 15, por pressão da greve", disse Cavali.
A Adusp (Associação dos Docentes da USP) enviou comunicado no qual afirma que "quanto às aulas não ministradas, haverá reposição dos conteúdos, com qualidade, conforme a especificidade de cada curso e unidade".
O que você achou da abertura de 54 mil vagas de graduação para professores da rede pública?
O que você achou da abertura de 54 mil vagas de graduação para professores da rede pública? "O MEC (Ministério da Educação) abriu, nesta terça-feira (30), as inscrições para 54 mil vagas de graduação exclusivas para professores em exercício nas redes públicas estaduais e municipais. As vagas devem ser ocupadas no segundo semestre deste ano.
As inscrições deverão ser feitas pela Plataforma Freire, lançada nessa terça. Os cursos serão oferecidos por 90 instituições públicas de ensino superior em 21 estados que aderiram ao Plano Nacional de Formação de Professores (Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Acre, Rondônia e Distrito Federal não aderiram ao plano)."
*As informações são doUOL Educação.
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Você acha que a reforma ortográfica foi precipitada?
Você acha que a reforma ortográfica resultou em textos mal escritos? "Realizada entre os dias 18 e 28 de junho, em Ribeirão Preto (SP), a nona Feira do Livro recebeu convidados como escritores Zuenir Ventura, Lourenço Mutarelli e Ricardo Silvestrin, além do professor Pasquale Cipro Neto.
Questionado sobre a reforma ortográfica, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro deste ano, Pasquale fez duras críticas às mudanças. 'A reforma gerou confusão, textos mal escritos e interpretações diversas. Houve desperdício de dinheiro, água, papel e energia elétrica por um acordo que entrou em vigor precipitadamente, pois nem sequer Portugal ainda o adotou.'"
*As informações são da Folha Online.
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O formato tradicional das escolas está ultrapassado?
Você acha que os atuais métodos de ensino precisam passar por uma reformulação? "Idealizador da Escola da Ponte, em Portugal, instituição que, em 1976, iniciou um projeto no qual os estudantes aprendem sem salas de aula, divisão de turmas ou disciplinas, o educador português José Pacheco afirma que as escolas tradicionais são um desperdício para os estudantes e os professores.
'O que fiz por mais de 30 anos foi uma escola onde não há aula, onde não há série, horário, diretor. E é a melhor escola nas provas nacionais e nos vestibulares', diz. 'Dar aula não serve para nada. É necessário um outro tipo de trabalho, que requer muito estudo, muito tempo e muita reflexão.'"
*As informações são doUOL Educação.
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O que você acha de haver publicidade de produtos dentro da sala de aula?
O que você acha de haver publicidade de produtos dentro da sala de aula? As escolas da cidade de São Paulo são cada vez mais alvo do chamado "marketing de guerrilha" de grandes anunciantes, interessados em promover ali produtos de apelo infanto-juvenil. É o que mostra a reportagem de Daniel Bergamasco publicada nesta terça-feira na Folha.
De acordo com a matéria, as empresas buscam alternativas devido ao cerco à publicidade infantil na TV e à extinção de outdoors em São Paulo, e, dessa forma, ultrapassam os portões das escolas e promovem palestras, gincanas e teatrinhos. Sempre distribuindo brindes. Especialistas ouvidos pela Folha ressaltam que a prática é perigosa e os pais devem ficar atentos. A publicidade no interior da escola é percebida pela criança como se o produto tivesse o respaldo do professor e o consumo é visto de forma positiva.
*As informações são da Folha Educação.
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Você aprova a mudança dos nomes dos cursos de engenharia?
Você acha que existem muitos nomes de cursos de engenharia? "O MEC (Ministério da Educação) anunciou nesta segunda feira (29) que irá mudar nomes de cursos de engenharia após consulta pública. O meio acadêmico e a sociedade poderão propor mudanças e inclusões até o dia 31 de julho, pela internet. Os 258 nomes diferentes para essas graduações deverão ser reagrupados em 22 nomenclaturas.
O excesso de nomes ocorre pelo acréscimo de "sobrenomes" ou de digitação errada, segundo o diretor de regulação e supervisão da Sesu (Secretaria de Educação Superior), Paulo Wollinger. Assim, as nomenclaturas engenharia elétrica, elétrica e eletrônica, eletrotécnica, elétrica e das energias e elétrica industrial passarão a ser denominadas apenas como engenharia elétrica, por exemplo."
O que você acha de escolas infantis funcionarem sem autorização?
A prefeitura pode ser culpada por tamanha burocracia para a legalização das escolinhas? Escolas infantis em SP funcionam sem autorização da prefeitura, segundo a própria Secretaria da Educação, informam os repórteres Evandro Spinelli e Ricardo Sangiovanni, em matéria publicada na Folha (disponível para assinantes do jornal e do UOL). Somada à falta de fiscalização, a burocracia para obter a autorização de funcionamento da prefeitura empurra uma incontável quantidade de escolinhas para a ilegalidade.
Somente neste ano foram indeferidos 74 pedidos de funcionamento de escolas infantis particulares por motivos que vão da falta de alvará do prédio (25 casos) a questões trabalhistas com os funcionários (três). Mesmo com os pedidos indeferidos, as escolas podem continuar funcionando até que o processo administrativo seja concluído.
Segundo a secretaria, não há nenhum caso de escola com problema estrutural que coloque em risco os alunos, embora 38 desses indeferimentos tenham sido causados por problemas nas instalações.
*As informações são da Folha Online.
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